Bem Estar

3 dicas para escolher o melhor brinquedo para seu Pet

Se seu cachorro é grande, pequeno, médio, peludo ou raspado, não importa. Quando eles vêm um brinquedo, todos ficam igualmente agitados e prontos para começar a brincadeira. Com a enorme pluralidade de opções de brinquedos para animais, escolher o ideal para seu pet pode se tornar um grande desafio. Para facilitar o momento de escolha do presentíneo, fizemos uma lista com 3 dicas.

1 –  Perceber que tipo de brincadeira seu animal gosta

Ele gosta de correr e pegar? Ele gosta de puxar? Ele gosta de procurar? Saber as preferências de diversão do seu animal é um item fundamental para poder escolher melhor os seus próximos brinquedos. Se ainda é recente e não tem ideia de qual é o estilo do bichinho, calma! Tente testar com materiais de casa e veja com qual estilo ele se identifica mais.

2- Saber as limitações de tamanho e força do pet

De nada adianta comprar um super brinquedo se ele não for do tamanho e formato ideal para seu pet. Se o animal é pequeno, não terá estímulo para brincar com um osso tamanho Super da Nylabone. Para esse caso, talvez o ideal seja um chifre de boi, que é menor e de mais fácil mastigação.

3- Entender o brinquedo e estimular o animal

Todo brinquedo, por mais simples que seja, tem seu modo de funcionamento. Por isso, antes de adquirir qualquer brinquedo, é importante compreender os objetivos e atrativos do mesmo, para que ele se adeque à personalidade do animal. Além disso, estimular o animal a descobrir novas formas de diversão é importante para a criação de um vínculo com o mesmo e também maior curiosidade em vivenciar novas experiências.

 

Depois dessas dicas ficou mais fácil escolher o brinquedo ideal para seu Pet, né? Agora é partir para a descoberta da personalidade do bichinho e procurar brinquedos que sejam interessantes e estimulantes.

 

Passeio e diversão:

Dicas para a cãominhada ser a mais prazerosa para você e seu Pet

 

Passear com o animal no final de um dia cansativo pode se tornar uma atividade difícil de ser cumprida. Mesmo amando e querendo o melhor para o pet, o desejo de esticar as pernas pode acelerar a caminhada, não oferecendo o tempo ideal para o animal gastar sua energia e se sentir confortável para fazer as necessidades. Pensando no bem-estar do bichinho e na melhor relação dele com seu tutor, perguntamos a duas clientes da Brothers Pet Club quais suas maiores dúvidas sobre passeio com os pets e pedimos à Dra. Lorena Benedictis Goodwin para responder as questões.

Eu tenho uma grande dúvida quando o assunto é passeio. Estamos em período de chuvas em Salvador e eu queria saber se podemos passear nesses intervalos quando para de chover. As ruas ficam molhadas e tenho muito medo de leptospirose. Afinal, é seguro passear após a chuva? (Fernanda, tutora de Giggs e Wikki)

A leptospirose fica ativa em águas mais limpas (não significa que em águas sujas não esteja presente, porém é uma bactéria que não consegue concorrer com outras mais potentes) e empoçadas. O animal precisa estar em contato (e parado) na água para a bactéria conseguir penetrar na pele. Apesar da maioria afirmar precisar ter ferida na pele para penetrar, isso não é totalmente verdade, por se tratar de uma bactéria espiralada, com movimentação própria. Assim, a bactéria pode penetrar em animais com pele íntegra, mas para isso acontecer precisa estar parado em água contaminada. O ideal seria o animal não passear em locais que estejam empoçados em áreas endêmicas. Existe a vacina para leptospirose e se o animal morar em área endêmica o ideal seria vacinar a cada seis meses e assim conseguirmos uma segurança maior.

O que mais me incomoda no meu cachorro, além de puxar, é o fato de pular nas pessoas por demonstrar uma ansiedade e querer brincar com todos. Isso me incomoda porque nem todos gostam de cachorro. Gostaria de saber o que fazer para evitar este desconforto. (Tainá, tutora de Lord)

Tainá, a questão do seu pequeno Lord é que ele deve ser um cão jovem e por isso tem toda energia do mundo para gastar. Você pode começar a condicionar ele nas suas saídas com coleiras que são corretivas, os peitorais educativos, que irá ajudar a dar uma “chamada” no animal. Passeie com ele mais vezes ao dia, isso vai deixá-lo mais à vontade quando sair e menos ansioso! Palavras curtas e em som grave são ótimas pra correção. Tente fazer isso: um “NÃO” simples seria o ideal, com o tempo ele aprende! Se ainda assim continuar complicado, poderá contatar adestrador e tentar uma ajuda extra.

 

A Dra. Lorena Lorena Benedictis Goodwin é graduada em Medicina Veterinária e Pós-graduada em Clínica Médica e cirurgia de pequenos animais, além de estudos em terapias alternativas.

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Dessa água não bebereis

Entenda as manias dos gatos na hora de beber água

Se seu gato pudesse falar, ele diria isso? Provavelmente sim. Os bichanos são extremamente exigentes em relação à água, podendo ficar um dia inteiro sem tocar em sua vasilha, preocupando os tutores e afetando sua saúde. Muito mais do que uma simples mania, a exigência dos gatos vêm de muito tempo atrás, quando eram selvagens. A água parada era tida como ameaça, construindo um instinto de repulsa que dura até hoje.

Os tutores dos bichanos devem se atentar para o consumo de água, buscando evitar infecções urinárias e outras doenças que prejudiquem o animal. Para manter o pet saudável, veja as dicas abaixo e torne a água atrativa para seu gatinho.

– Coloque o potinho de água longe da caixa de areia e da ração.

Posicionar a vasilha num local onde o gato se sinta seguro e sem obstáculos é uma ótima opção. Além disso, é comum os animais não gostarem de misturar a ração com água.

– Mantenha a água fria.

Para deixar a água refrescante, uma saída é colocar pedras de gelo e optar pelo uso de potes de inox, que mantêm a temperatura da mesma por mais tempo. Para os pets que derrubam o pote e espalham a água, uma saída é o uso de recipientes com base de borracha antiderrapante.

-Troque a água diariamente.

É importante renovar a água do pote e lavá-lo com água e sabão neutro, para que fique limpo e o animal se sinta à vontade em utiliza-lo.

 

 

Especialistas ensinam a cuidar dos dentes de pets

Segundo a Associação Brasileira de Odontologia Veterinária (Abov), a doença de gengiva é a primeira entre cães e gatos. De cada dez animais, oito possuem o problema. Ou seja, todos os animais adultos terão a doença um dia.

Outros problemas também são graves, como tumores, infecções, acúmulo de placa e a doença endodôntica – que aparece quando o cão ou gato quebram o dente.

Abrir a boca do seu bicho de estimação e verificar se os dentes estão em ordem é um dos cuidados frequentes necessários para garantir uma vida saudável ao pet. A escovação é fundamental e deve ser diária.

Você pode prevenir seus bichos de todas as doenças. Basta ter alguns cuidados e dar atenção aos animais. O momento da escovação deve ser aproveitado ao máximo, é a hora do dono ter um contato bem próximo ao animal, e isso deve ser o mais prazeroso possível.

Confira as dicas de dois especialistas* para manter em ordem o hálito, os dentes e a saúde bucal do pet:

– Deixe a preguiça e a desculpa da falta de tempo e realize frequentemente a escovação. O ideal é escovar todos os dias, mas três vezes por semana também dá um bom resultado.

– Alimentos (petiscos, principalmente) anunciados como capazes de combater o tártaro realmente funcionam. Porém, é necessário fazer o pet comer diariamente.

– Ossos naturais estão proibidos, mesmo cozidos, pois são duros demais, e fraturam dentes. Se isso ocorrer é preciso fazer no animal tratamento de canal, sob anestesia geral.

– Para acostumar o gato ou o cachorro com a escovação é necessário começar desde filhote. Punições porque o bicho não quer aceitar a escovação está proibida. Ele pode ficar traumatizado.

– Aos dois meses de idade você pode mexer na boca do pet. Comece com um paninho, alisando os dentes, depois com escovas, inclusive em gatos.

– Quando iniciar o uso de escova e pasta os itens devem ser exclusivos para animais. Alguns cremes dentais possuem gostos de carne ou peixe, para estimular a escovação.

– Creme dental humano possui flúor e detergente, o que não faz bem aos animais.

– No Brasil, existem poucas opções de escovas de dente para bichos. Se não encontrar ou se o preço for muito alto, não desista! Compre uma escova de gente, mas adequando o tamanho e maciez ao porte do cão ou gato. Se for filhote, experimente uma escova infantil e bem macia.

– Durante a escovação, fale palavras positivas para incentivar o bicho e dar carinho. Depois do processo, procure passear com ele ou dar uma recompensa, como um brinquedo ou biscoitos.

*Dicas do médico veterinário sócio fundador da Associação Brasileira de Odontologia Veterinária (Abov), Hebert Lima Corrêa e de Marco Antonio Gioso, professor da faculdade de medicina veterinária e zootecnia da Universidade de São Paulo (USP)